What’s pop all about?

Paul Pop, 2005

O que Frank Miller, Paul Pope, Tarantino, Beatles, Kubrick, Philip K. Dick, Blade Runner, Wired, O Pasquim, Alta fidelidade, Andy Warhol, Mutantes e Engenheiros do Hawaii e muitos outros têm em comum? Para mim, a cultura – ou arte – pop. São ícones e/ou exemplos do melhor da cultura pop do século XX/XXI. Revolucionários, sofisticados, populares, irreverentes, atentos ao pop, produtores de e para a massa.

Poderíamos acrescentar, se quiséssemos, os artistas pop de outros séculos. Mas fiquemos com a era do rádio, TV e internet. E, ao invés de uma discussão nada pop sobre as diferenças da cultura pop e alta cultura, ou da influência da indústria cultural na cultura pop etc. por que não uma mistura pop de todos os citados, discutindo o pop pelo pop?

Quem já não se perguntou se Decker/Harisson Ford era ou não um replicante, e, afinal , qual a diferença entre um replicante e um ser humano? Certamente um papa pop seria a melhor pessoa para nos guiar diante de pergunta tão difícil. Ou seriam os Beatles, mais populares que Jesus Cristo?

Talvez seja melhor mudar de assunto e comentar um artigo na Wired. Ia dizer na antenada Wired, mas, além da pobreza do trocadilho, só quem fala “antenado” é o pessoal da globo mesmo. E esses não são nada pop. Mas até que uns globais fazem umas coisas bacanas, como o curta do Selton Mello e Seu Jorge sobre o popíssimo Quentin Tarantino. Se você não viu Tarantino’s Mind, não sabe o que está perdendo. O próprio filme é quase uma das teses tarantinescas.

De todo modo, quer coisa mais pop que Frank Miller, que fez o clássico do Batman, inspirou o filme do Tim Burton com a genial atuação de Nicholson – digna de Oscar, mas o Oscar não é pop, é outro negócio – e ainda fez e co-dirigiu sin city?

Mas pecado mesmo é saber que o pop é formado por tudo isso, muito mais e que, apesar de serem pop, ficarão em algum lugar do passado, como clássicos de uma era, quando não passavam do melhor da arte/cultura pop. O que me faz pensar que é muita tolice acreditar que no passado as coisas era melhores. Quem aprecia essas obras e autores como clássicos da alta cultura não percebem que a maior força deles está/va no pop, em ser o melhor da cultura pop.

Quanto ao título desse texto, me pareceu muito mais pop o título em inglês. Não é por nada, mas acho que foi em inglês que o pop moderno foi inventado. Então, nada mais justo que being pop in english. Até porque, ser refratário à incorporação do inglês por medo de imperialismo não é nada pop. Nem inteligente. Fiquem com a famosa arte pop de Warhol. E me ajudem a aumentar lista de obras/autores pops nos comentários.

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Sobre Manoel Galdino

Corinthiano, Bayesiano e Doutor em ciência Política pela USP.
Esse post foi publicado em Arte e Cultura, Manoel Galdino, pop e marcado . Guardar link permanente.

4 respostas para What’s pop all about?

  1. Marcel disse:

    Só falta o nosso blog virar pop…

  2. Marcel disse:

    Precismos conversar com outros blogs. Mas não conheço muitos, vc conhece?

  3. ecourbana disse:

    O Blog pop tá difícil, porque tbm não conheço outros blogs… mas taí uma boa idéia… Vou ver se algum aluno meu tem blog, né?
    abçs

  4. Beto disse:

    Roy Lichtenstein

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