Geo-engenharia: resultados do Polastern

Polarstern

No final de janeiro, fiz um post sobre geo-engenharia e comentei sobre um experimento à bordo do navio Polastern, aqui nos mares do Atlântico Sul.

O experimento consistia em estimular a produção de plânctos para absorver CO2 da atmosfera. Para tanto, os cientistas fertilizaram 300 km do oceano com ferro dissolvido.

Com base nesse site de ntícias alemão, trago os resultados preliminares. Como esperado, o ferro estimulou o crescimento dos plânctons, dobrando a biomassa deles nas duas primeiras semanas por meio da absorção de CO2 da água. Entretanto, a pressão da cadeia alimentar (a fertilização atraiu predadores) impediu um maior crescimento dos plânctons e, no fim das contas, a absorção de CO2 da atmosfera foi mínima.

Em experimentos anteriores de maior sucesso, os plânctos fertilizados tinha ma capacidade de fazerem espécies de conhcas que os protegiam de predadores. Porém, nos mares do sul inexistem as condições apropriadas para essa produção de “conchas”, segundo os pesquisadores.

Sobre Manoel Galdino

Corinthiano, Bayesiano e Doutor em ciência Política pela USP.
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Uma resposta para Geo-engenharia: resultados do Polastern

  1. Humbert Serna disse:

    é tarde demais pra tirar a história da rota de colisão com as contradições ambientais, daqui pra frente tudo vai ter que ser readequado para uma realidade com mais calor, com mais ciclones, com desertificação, com a tundra virando floresta tropical, jacaré vai nadar no rio danúbio e tucano vai fazer ninho na torre eiffel…precisaremos de uma arquitetura bem bolada para prevenir enchentes e reaproveitar águas pluviais para consumo, estender a agricultura urbana, pra fazer horta crescer nos telhados, bem como conceber no campo as fazendas verticais, com andares, pra acabar a mesmiçe de plantar tudo em extensões horizontais…a própria antartida vai se transformar no celeiro do mundo, com estufas climatizadas por energia nuclear, pois água doee não falta por lá…

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