História maravilhosa

Essa história é tão maravilhosa que não podia deixar de mencionar aqui.

Como muitos sabem, a Amazon lançou o Kindle, uma máquia pra ler livros numa tela, que supostamente é melhor que papel.

Acontece que, bem, a Amazon, que tinha vendido um livro pelo Kindle, “pegou” o livro de volta dos susuários do Kindle, e creditou na conta do usuáio o dinheiro que ele tinha pago. Tudo porque a editora “se arrependeu” de vender livros eletrônicos e não queria mais eles vendidos.

Como diz o texto do NYt, já pensou se você compra um livro, começa a ler, e aí livraria que vc comprou entra na suca casa, pega o livro de volta, e deixa o dinheiro do livro em sua mesa? Pois bem, é isso que fizeram com os usuários do Kindle.

E sabe a melhor? O livro era 1984, de George Orwell. Não tem como não pensar naquela velha frase dod Hegel: é a “Astúcia da Razão”!

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Sobre Manoel Galdino

Corinthiano, Bayesiano e Doutor em ciência Política pela USP.
Esse post foi publicado em Arte e Cultura, Política e Economia e marcado , , , , , . Guardar link permanente.

6 respostas para História maravilhosa

  1. Raphael Neves disse:

    Manoel,

    Indiquei seu blog para o prêmio “Blog de Ouro”. Siga o link:

    http://politikaetc.blogspot.com/2009/07/premio-blog-de-ouro.html

    Agora, não me peça pra mandar nem um grama do precioso metal porque a coisa é simbólica.

    Abraços,
    Rapha

  2. serna disse:

    foi uma piração muito inusitada mesmo, daria pra escrever um livro…mas esta pataquada acabou demonstrando uma vantagem insuperável livro de celulose em relação ao eletrônico: ninguém pode lhe tomar um livro de papel das mãos, se vc não quiser soltá-lo! kkkkkkk

  3. Você tem razão, mas do ponto de vista legal (e não só de fato), a diferença está na cessão de direitos quando se compra um livro de papel e um “livro” no Kindle ou similar.
    São esas pirações do direito autoral antigo que não funcionam no mundo digital…

  4. serna disse:

    nas épocas da inquisição, entravam na sua casa e confiscavam a obra proibida… mas isso de “deletar” um livro do gadget, por motivos comerciais, é um avanço e tanto em relação às épocas de chumbo, kk

    creio que no futuro iremos evoluir para o livro híbrido, ele será em celulose, ou plástico, e na contracapa terá uma entrada usb, que possibilita o descarregamento do conteúdo….mas melhor ainda será o ebook de tela flexível, uma realidade dentro de alguns anos, onde numa única folha plástica, poderemos “deslizar” todas as 300,500,etc páginas de um livro… Outra coisa que eu estou prevendo aqui com minha bola de cristal, é um aparelho portátil de “mídia total”, que reunirá telefonia, ebook, música e imagens….não é absurdo crer que no futuro assistiremos televisão no ebook…triste, muito triste….

  5. Marcel disse:

    Caras, o ponto é: como está sendo as novas mídias no processo de aprendizagem das crianças. Será que graças a essas novas midias estamos educando melhor as nossas crianças?
    Não tenho nenhuma pesquisa a respeito, mas o que vejo pelas crianças que estão ao meu redor, fico de boca aberta… Aumentaram muito a velocidade de aprendizagem…

  6. É uma questão também saber até que ponto o ser humanp está preparado para essa aceleração no aprendizado. E também o que é que fica.
    Um coisa é ter mais informações, outra é saber mais.
    Deve haver pesquisas sobre o assunto com certeza, nós é que não sabemos.

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