Tira Descartes

Essa tira é uma brincadeira com os paragrafos 4, 5 e 6 das Meditações Metafísicas

Obviamente sem nenhum rigor acadêmico, apenas brincadeira…

PS: Refere-se também ao argumento da loucura do Descartes, presente nesses mesmos parágrafos.

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4 respostas para Tira Descartes

  1. Manoel Galdino disse:

    Dúvidas:
    Porque a dúvida é chamada de metódica?
    Porque a dúvida é hiperbólica (e quando ela é hiperbólica)?
    Porque a dúvida é metafísica?
    Ah, já chegou na segunda meditação? Quando chegar me avise, que tenho mais uma pergunta.

  2. Marcel K. disse:

    Porque a dúvida é chamada de metódica?
    Acho que é dúvida metódica, porque é usada como método para adquirir conhecimento, e diferenciar da dúvida padrão (do senso comum). Como por exemplo: vem uma flexa em minha direção, será que duvidar que a flexa é flexa? ou que a flexa realmente me acertará? ou que a flecha pode ser interceptada no meio do caminho?
    A dúvida como método é assim restrita apenas para o desenvolvimento cientifico e não para ser usado na vida cotidiana.

    Porque a dúvida é hiperbólica (e quando ela é hiperbólica)?
    Acho que essa questão refere-se à colocar como dúvida qualquer assunto que te levante o menor dos questionamentos. Todo assunto que você considerar verdadeiro mas que já te enganou antes, ou te levante o mínimo questionamento, já deve ser considerado como dúvida. Assim, tudo deve ser analisado com um certo “exagero” a favor da dúvida.

    Porque a dúvida é metafísica?
    Essa não saberia te responder, mas acho que o campo de atuação do Descartes é a metafisica, então ele não se envolverá com a dúvida como método para a fisica ou a geometria.

  3. Yamashita Ricardo disse:

    Como não confiar nos sentidos humanos se eles são a única coisa que temos de concreto? Nossa mente é humanamente corporificada e entendemos o mundo através de relações experienciais que vão do indivíduo ao social. Se tenho noções como “o passado ficou para trás”, “hoje estou para cima” como relações que exemplificam noções de tempo, espaço e corporalidade, é porque agregamos conhecimento experiencial, através do nosso aparelho sensório-motor, com relações cognitivas que processam esse conhecimento e traduzem-no em linguagem.

  4. Marcel K. disse:

    Ricardo Yamashita, esse seu comentário é uma visão diferente das teses de Descartes, seria uma interpretação mais fenomenológica da coisa, e com certeza é válida.
    A idéia mesmo da tira é fazer uma brincadeira com a visão apresentada por Descartes no livro das Meditações, sem nenhuma pretensão de compará-la ou enaltecê-la…

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