Coisas

Tenho muitas coisas para dizer aqui no blog, mas o tempo é escasso.

Comecemos pelas mais fáceis.

Descobri que há o lemarx, laboratório de estudos marxistas da USP. Eles têm até um Blog. Não sei quem faz parte do laboratório, mas achei curioso que a única revista linkada no Blog é Outubro. Já a fevereiro não teve link, mas também não sei se quando foi lançada ela teve alguma resenha/divulgação no Blog deles.

Outro blog que linko (e aqui vou colocar nos links permanentes) é o do Eleutério Prado, que foi professor meu de Economia. No blog dele você encontra os artigos produzidos pelo autor. É uma pena que ele ainda não tenha se convencido a blogar propriamente, mas tão somente usar o blog pra divulgar os artigos. Já é um bom começo. Mas, como tenho falado recentemente do Shalizi em relação a acadêmicos na blogosfera (nesse caso lá nos EUA), o Eleutério também é underrrated. Principalmente porque ele não ficou preso a ossatura marxista e foi investigar outras possibilidades, notadamente as teorias da complexidade. Mesmo se essa investigação o leva de volta ao Marx, é pelo menos um marxismo renovado.

As coisas mais difíceis ( no sentido puro e simples de que vão tomar mais tempo) eu escrevo outro dia, quando tiver tempo. Só para adiantar, os tópicos que pretendo falar são:

1. quero comentar o que me parece a importação de uma cultura gringa em algumas baladas brasileiras. É obviamente um comentário impressionístico.

2. Eleições, claro.

3. Complexidade, superstição e Esclarecimento. Quero comentar algo que tem me incomodado recentemente, que é a questão da superstição presente em práticas médicas reconhecidas e incorporadas ao SUS como a homeopatia. Ocorre que a perspectiva iluminista (ou do esclarecimento) que é a base sempre da crítica à superstição recorre por demais à Kant e por alguma razão não volta tanto à Espinosa por exemplo. De fato, há muitos textos de outros autores em que encontramos uma outra formulação, que, se não tão clara (no que diz respeito ao esclarecimento) é certamente subsidiária do Racionalismo. Quero inclusive retomar a crítica de Hume ao papel do ritualismo na Religião, Hume que era um “cético” segundo as palavras dele mesmo.

Vamos ver se sai alguma coisa mais pra frente.

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Sobre Manoel Galdino

Corinthiano, Bayesiano e Doutor em ciência Política pela USP.
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