Política, economia e tudo o mais (é, 42….)

Via Three Toed-sloth (o blog do Cosma Shalizi) descubro umas das melhores discussões sobre políticas e luta de classes de que tenho notícia desde, talvez, meu primeiro ou segundo ano na faculdade de economia (que foi quando aprendi sobre luta de classes e textos de Marx, Smith, Ricardo e Trotski e Lênin eram novidades para mim).

São textos esclarecedores e que, embora não digam sempre algo novo, dizem de tal modo algo mais ou menos conhecido que ajuda a clarear na sua cabeça o que está em jogo em certas situações e onde está, estrategicamente falando, a importância de ser de esquerda e defender isso explicitamente. Eu passo os links abaixo. Após ler os textos, estou a tentar tirar conclusões para a política no Brasil. Esquematicamente, diria: 1. Reavaliar o Lula à luz das mudanças políticas que ele introduziu (esse é, penso, a idéia dos textos do André Singer). 2. Será que nossa esquerda moderada, à lá NPTO, não seria neo-liberal de esquerda? 3. Seria o projeto tucano do govenro FHC justamente esse neoliberalismo de esquerda, que fracassou justamente porque não criou grupos de interesse capazes de sustentar politicamente as políticasd adotadas? 4. Sendo o governo Dilma mais tecnocrático, quais as consequências disso? 5. Como as avaliações do sistema de governo brasileiro, na linhas de Figueiredo e Limongi, se encaixam nessa discussão? Parece-me que se encaixam como neoliberalismo de esquerda, não? 6. Essa discussão toda me lembra porque toda a discussão Rawsiana sobre o justo e injusto misses the point completamente. É a distribuição de poder que importa para produção de uma sociedade justa, e não a redistribuição de riqueza (ou melhor, é primeiramente a distribuição de poder, e só depois de riqueza).

1. Os limites do neoliberalismo de esquerda.

2. Sistemas parlamentaristas, presidencialistas e política vs tecnocracia (aqui vale a pensa pensar no Perfil da Dilma e no governo dela).

3. Neo-liberalismo de esquerda e uma teoria da política.

4. Mais neo-liberalismo de esquerda e teoria da política.

Sobre Manoel Galdino

Corinthiano, Bayesiano e Doutor em ciência Política pela USP.
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