About me

Após o último texto em que critiquei o Fiori, fiquei pensando um pouco sobre mim. Cheguei por acaso nessa parte do blog overcoming bias. E fiquei positivamente impressionado sobre o quanto a descisão do autor do blog sobre ele mesmo se parece com minha auto imagem de mim mesmo. Eis as partes que creio mais se parecem comigo:

I have a passion, a sacred quest, to understand everything, and to save the world. I (..) have studied physics, philosophy, artificial intelligence, economics, and political science — all fields full of such insights.

I also have a rather critical style. I beat hard on new ideas, seek out critics, and then pledge my allegiance only to those still left standing. In conversation, I prefer to identify a claim at issue, and then focus on analyzing it, rather than the usual quick tours past hundreds of issues. I have always asked questions, even when I was very young.

I have little patience with those whose thinking is sloppy, small, or devoid of abstraction. And I’m not a joiner; I rebel against groups with “our beliefs”, especially when members must keep criticisms private, so as not to give ammunition to “them.”  I love to argue one on one, and common beliefs are not important for friendship — instead I value honesty and passion.

Eu frisasia aí algumas coisas. Eu valorizo a honestidade, paixão, inteligência e sentimentos. Meus melhores amigos têm tudo isso. Obviamente, são poucos. Espero um dia ainda estuda física decentemente, bem como biologia. Se tudo der certo, meu pós-doc vai involver pelo menos um pouco de genética quantitativa e neurociência.

Aqui uma tradução do texto, via google reader, com uma ou outra correção minha (apenas os casos mais gritantes):

Eu tenho uma paixão, uma busca sagrada, para entender tudo, e para salvar o mundo. Eu (..) estudei física, filosofia, inteligência artificial, economia e ciência política – todos os campos cheios de insights.

Eu também tenho um estilo bastante crítico. Eu bato duro em novas idéias, busco os críticos, e depois coloco minha devoção apenas para aqueles sobreviventes. Na conversa, prefiro identificar uma questão em causa, e depois me concentrar em analisá-lo, ao invés do usual passeios rápidos passando por centenas de questões. Eu sempre fazia perguntas, mesmo quando eu era muito jovem.

Eu tenho pouca paciência com aqueles cujo pensamento é desleixado, pequeno, ou desprovido de abstração. E eu não sou um grupeiro, eu me rebelo contra grupos com “nossas crenças”, especialmente quando os membros devem manter as críticas em privado, de modo a não dar munição para “eles”. Adoro discutir um a um, e crenças comuns não são importantes para amizade – em vez disso, valorizo honestidade e paixão.

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Sobre Manoel Galdino

Corinthiano, Bayesiano e Doutor em ciência Política pela USP.
Esse post foi publicado em Manoel Galdino, orquídeas selvagens. Bookmark o link permanente.

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