Do blog como cadernos para posteridade

nota: Não percam tempo lendo o post de hoje. É inútil pra quem não se interessa pras abobrinhas do tio rei.

Às vezes eu vejo algo na rede, gosto, mas não guardo. Perco a referência e depois, quando me seria útil, não consigo achar. Então esse post tem esse propósito. Guardar a referência.

Volta e meia encontra algumas pessoas que lêem o Reinaldo Azevedo e gostam dele. Não sei o que se passa com essas pessoas. Então a referência desse post é pra mostrar pra essas pessoas. O caso é o seguinte.

O Ruy Fausto escreveu esse texto aqui. E aí o Reinaldo Azevedo escreveu isso aqui. A quantidade de abobrinhas no texto do tio rei é tão grande, que é risível. Podemos criticar várias coisas no Ruy Fausto, mas ninguém em são consciência falaria as asneiras de filosofia que o tio rei falou sem pudor algum. E ainda mais dirigidos a um filósofo do calibre do Ruy Fausto.

Enfim, fica guardado aqui no blog. É pra uso pessoal mesmo. Mal aê leitores do Blog, que isso não vai interessar a vocês.

Sobre Manoel Galdino

Corinthiano, Bayesiano e Doutor em ciência Política pela USP.
Esse post foi publicado em Política e Economia e marcado , , . Guardar link permanente.

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