Crap

Em Teresina, vento frio e pálido
Tremelique, pileque, pastiche
Silêncio, gritava Antônio, calado
Condenado, murmurava cabisbaixa Alice
A que deu o azo?

shhhhhhhhh shhhhhhhhhh



Mais um minuto de silêncio
Cores, cores, mil cores
Quem ousa deixar de ser penso?

Pedes razão? Entendimento? Clareza?
Já vi que não entendeste nada deste mundo
Não há metafísicas. Não há Clarices
O significado não significa o que tu pensas
Este é o problema. Pensas demais.
Pensas que pensando o pensamento inteligirá o mundo
Mas não há pensamento no mundo.

Abraça a loucura
Não invente sentido para as coisas
Elas detestam sentidos. Gostam de partidos
Parte, quebra, toma e chuta. Faz.
Mentira! Como podem detestar se nem mesmo sentem?

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Sobre Manoel Galdino

Corinthiano, Bayesiano e Doutor em ciência Política pela USP.
Esse post foi publicado em Arte e Cultura, Manoel Galdino, orquídeas selvagens, poesia e marcado , , , . Guardar link permanente.

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