Arquivo da tag: poema

Crap

Em Teresina, vento frio e pálido Tremelique, pileque, pastiche Silêncio, gritava Antônio, calado Condenado, murmurava cabisbaixa Alice A que deu o azo? shhhhhhhhh shhhhhhhhhh … … … … … Mais um minuto de silêncio Cores, cores, mil cores Quem ousa … Continuar lendo

Publicado em Arte e Cultura, Manoel Galdino, orquídeas selvagens, poesia | Marcado com , , , | Deixe um comentário

Um poema e uma lista de filmes

Um mini poema e uma lista de filmes – que de besta só tem a chamada, falando de diamantes pro Cérebro (?). A lista. O poeminha We’re afraid Our deepest fear Of the loneliness said There’s no dear We only … Continuar lendo

Publicado em Arte e Cultura, english, orquídeas selvagens, poesia | Marcado com , , , , | Deixe um comentário

Tira – Mundo Formigante 6

Tira em homenagem ao poeta gaúcho Mario Quintana. Referência direta ao poema Simultaneidade.

Publicado em Política e Economia | Marcado com , , , , , , , , , | Deixe um comentário

O Caminho Não Escolhido

Um amigo, André, foi quem me apresentou ao poema clássico do Robert Frost, The Road Not Taken. É uma poema que está inclusive no filme Sociedade dos Poetas Mortos. Eu particularmente sempre procurei tê-lo em mente em minhas decisões importantes. … Continuar lendo

Publicado em Arte e Cultura, Manoel Galdino, orquídeas selvagens, poesia | Marcado com , , , , , | Deixe um comentário

Fraseologia

Lá no face eu prometi que ia parar de compartilhar frases, o que é em geral algo bem idiota de se fazer, mas é também a necessidade que temos de compartilhar nossos sentimentos, por mais idiotas que sejam – e … Continuar lendo

Publicado em Manoel Galdino, orquídeas selvagens, poesia | Marcado com , , , | 3 Comentários

Cabo Bojador

A propósito desse texto do Amálgama (apenas medianamente bom, tenho algumas discordâncias), fui investigar o que é o tal Bojador no famoso poema de Fernando Pessoa: Valeu a pena? Tudo vale a pena Se a alma não é pequena. Quem … Continuar lendo

Publicado em Manoel Galdino, orquídeas selvagens, poesia | Marcado com , , , | 1 Comentário

Um poema de minha autoria

  Outro de mim mesmo É um amor de exilado Que dói nos olhos não no peito Perseguindo-me como minha própria sombra Já não posso mais voltar Sem a mim mesmo me trair E já não posso mais ficar Sem … Continuar lendo

Publicado em Arte e Cultura, literatura, Manoel Galdino | Marcado com , , , | Deixe um comentário