Muito engraçado… Assistam a esse vídeo que vi no Blog do Marcelo Coelho… Coitado do cara! Já são mais de 77 mil pessoas que assistiram ao vídeo no youtube.

Conforme prometido, seguem mais comentários sobre o Debate na Band pra prefeitos. Por tópicos, pra facilitar a leitura, já que esse post não tem imagens:

1. Há problemas pontuais na cidade. E Há problemas que parecem pontuais. Digo parecem, porque estão - potencialmente- interrelacionados entre si e que um diagnóstico bem feito poderia mostrar. Penso que no mundo ideal, o debate deveria servir para isso. Para que os candidatos mostrassem que problemas que parecem pontuais não o são, e quais os diagnósticos - visões de mundo- de cada um deles para atacar esses problemas.

2. Nesse sentido, o debate deveria ser preparado para atingir esse objetivo. Perguntar sobre sanitários públicos é um desses problemas pontuais apenas de longe relacionados com os problemas mais gerais da cidade. Uma pergunta sem sentido dos jornalistas. Isso porque, se um candidato não tiver uma boa resposta - como proposta- para o problema nem números na cabeça, não vejo como algo ruim. O melhor candidato pode muito bem não saber de algo tão pontual de cabeça, e mesmo assim ter a melhor equipe para resolver esse problma pontual.

3. Não é demais lembrar que há uma assimetria de informação entre eleitor e candidato/partido: os primeiros não sabem quais candidatos/partidos são melhores dentro das preferências de cada um. Nesse sentido, o debate eleitoral como um todo deveria servir para reduzir a assimetria de informação e permitir ao eleitor um voto mais informado.

4. Porém, o debate eleitoral não serve apenas para isso. Muitos eleitores não têm preferências claras sobre com oatacar os problemas da cidade e muito menos sobre quais os principais problemas. Nesse caso, o debate eleitoral poderia ser um momento para a inovação na política, isto é, para que os candidatos tentassem inovar na pauta política do país, modificando as preferências dos eleitores.

5. Voltando então ao debate: o formato dele e a atuação doscandidatos contribuiu para a inovação política ou mesmo para (o objetivo mais modesto) a redução da assimetria de informação?

6. Como argumentado acima, nem diagnósticos, nem esclarecimentos sobre os candidatos o debate produziu. O Alckmin parecia um ambientalista com sua resposta, embora sibamos que sua gestão privilegiará os carros, construção imobiliária desorganizada etc. A Marta pelo menos disse não se arrepender do Estilingão, o que foi ilustrativo. O Kassab, que também pareceum abientalista, anunciou gastos de 4 bilhões de reais ilustrativos das suas reais intenções. Nesse ponto, melhores mesmo foram o Maluf (que reforçou seu apelo construidor de pontes com a proposta da Freeway), Soninha (que chegou até a ir de Bicicleta ao debate) e o Ivan Valente, que atacou a sociedade do automóvel.

7. Porém, a mídia tradicional, preconceituosa com osempre, é incapaz de reparar que os melhores nesse aspecto fundamental, foram justamente quem ela não quer que apareçam. Podemos discordar do Maluf, mas nisso ele não engana. Vai construir pontes e túneis para resolver o problema da poluição e mobilidade urbana. Do mesmo modo, podemos discordar da Soninha e Ivan, mas eles deixaram mais claro que farão escolhas e que escolhas farão. Não é isso muito melhor que um discurso que pretende agradar a todos?

8. Emresumo: no debate político, como no futebol, todos reclamam da mesmice, mas quando alguém fala algo diferente, caem matando o pau em cima, ou não colocam com destaque positivo essa diferença. Como querer que falem algo diferente quando esse é o comportamento padrão da mídia?

Eis minha avaliação do Debate para prefeito na Bandeirantes.

Começo com full-disclosure: sou filiado ao PSOL.

O Debate foi ruim. Achei que a Band tentou valorizar a polarização Alckmin-Marta (quando pode). Exemplo disso foi ao final, nas entrevitas pós debate, em que apenas Alckmin e Marta foram perguntados como se saíram (os demais foram perguntados o que acharam do debate e não como se saíram).

Na minha avaliação pessoal, as melhores falas em termos de conteúdo foram para o Ivan Valente e para a Soninha, embora a Soninha tenha se expressado muito melhor. Achei que o Alckmin foi muito ruim, evitando responder às perguntas feitas. Falou bem apenas na pergunta inicial.

Marta e Kassab foram mal, em minha opinião, embora não ache que tenham ido muito mal para o público mais amplo.

Depois comento mais, com mais calma. Principalmente sobre os temas, sobre o esvaziamento da democracia e o papel da mídia. Isso se tiver inspiração para tanto =).

Esse post é em homenagem a um grande amigo, o Rafael, que me falou que na inglaterra havia o McJob. McJob é uma referência a trabalahos ruins e mal-remunerados como os do Mcdonalds (aqui para ler na wikipedia). Está até em dicionário e o Mcdonalds tentou combater esse termo.

Qual nao foi minha surpresa ao deparar com o próprio Mcdonalds assumindo o termo McJob em suas propagandas insitucionais, mas efendendo o McJob. Diz o anúncio ao final: “Nada mal para um McJob”. Rachei de rir quando vi o “Mac” fazendo isso. É ridículo. Os grifos, obviamente, são meus.

Como falou o meu amigo, deváimos fazer o mesmo no Brasil e lançar o termo: McTrampo. Então tá lançado!

Cheguei de Londres. Uma viagem muito boa. Excelente na verdade.         Mais  por motivos pessoais, mas os não-pessoais (existe isso?) também  foram legais. E pra não dizerem que não falei de flores (em relação aos bancos), uma elogio aos bancos brasileiros: Em londres, até onde vi, não é possível depositar (em dinheiro) nos caixas eletrônicos, sendo necessário enfrentar as filas da agência! Ponto pros bancos brasileiros, que oferecem esssa facilidade para nós!

Mas, como diz o título, se é uma no cravo, a outra é na ferradura. Infelizmente, a ferradura é muito pior que o cravo. Pois as taxas de juros dos Banco ingleses são, como mostram o anúncio da foto, muito mais baixas que as brasileiras. Um empréstimo num banco comum em Londres tem uma taxa anual de 7,9% de juros (APR ou Annual Percentage Rate). Detalhe: a APR inclui já as taxas envolvidas no empréstimo!

Ou seja, trocaria correndo uns minutinhos na fila pra depositar em dinheiro (pois em cheque dá pra depositar nos caixas eletrônicos) por uma taxa de juros anual de um dígito, incluido aí todas as taxas! Enquanto isso, os eficientes bancos brasileiros cobram taxas mensais (com juros compostos) maiores que as taxas anuais dos bancos londrinos!

E o famoso cheque especial? Bom, lá na inglaterra o termo é overdraft. Mas é basicamente a mesma coisa. E qual a taxa que eles cobram? Um pouco mais é verdade. No exemplo da foto (abaixo), assustadores 17,9% ao ano! Aqui é quase esse valor ao mês!

É, continuamos odiando bancos (em operação no Brasil especialmente)!

A notícia blogada é do começo do ano, quando o Brasil ainda não era considerado “investment grade” pela consultoria americana. Tornou-se em abril.

Reparem no segundo parágrafo, o comentário feito pelo diretor do Banco Santander sobre o fato do Governo ter aumentado a CSLL apenas sobre Bancos e não sobre as demais empresas.

Isso me lembra toques de recolher organizados pelas facções criminosas em favelas no Rio de Janeiro: “se não fecharem a porta, abrimos fogo!”. Os Bancos fazem o mesmo com um pouco mais de glamour, claro.

Santander diz que aumento de alíquotas “é ruim” para o setor bancário e para a economia do país

SÃO PAULO - Além de ser ruim para o setor financeiro, a decisão de elevar as alíquotas do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) e da Contribuição Social sobre Lucro Líquido (CSLL) é prejudicial também para a economia, diz o presidente do Santander, Gabriel Jaramillo, para quem a decisão elevará o custo do crédito.

Em nota oficial o dirigente acrescentou ainda que esse é o tipo de atitude que “gera temor” em investidores estrangeiros eleva o risco Brasil. “É uma alteração de regra típica de países que ainda não atingiram o tão desejado investment grade (grau de investimento)”, diz.

Na avaliação do executivo, além de “violar a eqüidade” na aplicação e na incidência dos impostos, a decisão vai elevar o custo do crédito “como um todo”. Ele lembra que a medida afeta justamente a oferta de crédito, que tem sido responsável pelo crescimento econômico do país nos últimos anos

Em relação à equidade, o Santander já contesta na justiça a alíquota diferenciada da CSLL entre bancos e as demais empresas, que vigorou durante alguns anos da década de 1990. O valor provisionado para tal contingência era de R$ 1,238 bilhão ao final de setembro deste ano.

Em sua nota, Jaramillo mencionou ainda outra decisão do governo contra o setor bancário anunciada em dezembro, que estabeleceu mudanças nas tarifas bancárias. “Primeiro foi a intervenção nas tarifas e agora este incremento na taxa impositiva de forma arbitrária, o que joga contra a facilitação do crédito.”

No último 6 de dezembro O Conselho Monetário Nacional (CMN) reduziu de 55 para 20 o número de tarifas básicas que podem ser cobradas pelos bancos de seus clientes pessoa física e estabeleceu que a partir de 30 de abril de 2008, as tarifas bancárias só poderão ser reajustadas a cada 180 dias.

A TV Cultura e a Fapesp firmaram um acordo para recuperar e disponibilizar em um site as melhores entrevistas realizadas pelo Programa Roda Viva.

Lembro quando a internet era muito lenta e até discada que quando perdia uma entrevista de meu interesse ficava mal. Agora a internet nos permite essa dádiva. Confira!

http://rodaviva.fapesp.br/

Pessoas,

estarei de férias por 20 dias, viajando. O Blog fica a cargo do Marcel. Mas provavelmente não postarei muita coisas por esses dias.

Quando voltar conto notíias da viagem.

É isso.

Amanhã será o firefox day, onde a mozilla tentará bater o recorde de downloads num único dia. Particularmente eu acho boba essa história de recorde no guiness. Não ofoi por causa dessa bobagem que o tal padre morreu no lance dos balões? Mas, enfim, quero testar o firefox e ver se melhora, pois o meu atual tá tão ruim que até voltei pro explorer (que eu julgava ter abandonado pra sempre).

Clique aqui para fazer o cadastro e ver quantas pessoas se cadastraram por país. Éssa informação é legalzinha.

Eu assino muitos blogs via RSS. O Google tem uma ferramente, Google Reader, que permite que você assine os blogs/sites de que você gosta, para ficar atualizado sempre que atualizarem o blog/site. Funciona da seuinte maneira: você clica em incrição, digita o endereço, e pronto: sempre que o Blog for atualizado, você recebe a atualização na página do google reader. Assim, não precisa ir de blog em blog ver se tem algo útil.

Além disso, o google reader tem uma ferramente típica da web 2.0. Ele compara pessoas com gostos parecidos com o seu (que assinam os mesmos blogs) e procura padrões. Assim, se muita gente que assina um Blog do corinthians também assina um blog de futebol paulista, ele recomenda para você o blogdo futebol paulista. Obviamente tem um algoritmo para isso.

Porém, esse tipo de ferramente, enquanto útil, sempre tem um problema porque o computador (algoritmo) é meio burro. Então, seria melhor se pudéssemos colocar tags nos blogs que assinamos, de forma que aumentasse a eficiência dessa ferramenta.

Enquanto isso não acontece, decidi retornar ao modo antigo e inquirir as pessoas sobre que tipo de blogs elas assinam. Ok, não é exatamente o modo antigo, pré- web, já que quem vem ao meu blog deve compartilhar algum interesse comigo. De todo modo, peço que deixem no comentário, com base no que viram no meu blog, quais RSS vocês assinam e que gostariam de compartilhar comigo.

Abaixo todo os blogs que assino:

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